terça-feira, 3 de março de 2009

Quem fala demais...

Belo Horizonte (Que calor!) - É engraçado como, as vezes, no meio de tanta coisa que se ouve, vê, lê, tem sempre algo que chama a atenção. Aparentemente simples e despretenciosas, algumas declarações escodem indícios de despreparo, falta de profissionalismo e imaturidade.

Que o Welton Felipe não está bem física e tecnicamente, nós já sabemos. Em todos os "Galo no Divã" em que esteve, o Gus chamou a atenção para este fato. Mas não é de se esperar que um jogador profissional diga coisas deste tipo.

Ao dizer isso na imprensa, “se puder na covardia, a gente vai também”, o WF dá sinais de que há algo desajustado e que precisa de orientação. Lançar mão desta tática é mutio arriscada e costuma ser um inflamante combustível para o adversário (já vimos esta história várias vezes em jogos contra as marias... Lembram do bigode do Ziza?) que, óbvio, usa-a a seu favor.

Assim, seu Juba, acho que está na hora de mostrar ao WF que ele não passa de um zagueiro ruim, apesar do potencial que tem, e que, para evoluir profissionalmente, mais do que habilidade técnica, força física e inteligência, é preciso humildade.

***

Isto abre possibilidade para outra discussão: a formação dos jogadores na base. Mas, como estou em ritmo de férias, pergunto: alguém se habilita? Escrevam e enviem para futebol.freud@gmail.com. Prometo que desta vez não atrasarei a publicação!

4 comentários:

Gus Martins disse...

Dizer isso, indica também aquilo que já temos discutido.
Ele NÃO é profissional.

Breno disse...

E pior de tudo é que qualquer lance dentro da área fica a eminência ds penalidade, ou seja, se o Alan não for besta conseguirá cavar um ou mais. Me admiro muito o WF dizer para Alan falar menos e ele soltar uma babozeira dessa. Assim num dá Leão!!!

eliana disse...

Isso chama-se falta de inteligência emocional. Certas coisas podem ser pensadas, ditas, jamais, e não se trata de hipocrisia. Falta também ao Galo alguém como o Luxemburgo ou Telê, que perceba a deficiência de alguns jogadores e os treina até virarem craques ou quase. Alguém deve se lembrar do gol de falta do Raí na final que deu o título mundial ao SP. Segundo se sabe, o Telê ficava horas treinando esse quesito com ele. Ora, é um absurdo que jogadores de futuro apresentem certas deficiências idiotas, como o Leandro Almeida, por exemplo. Preconceitos a parte, é o mesmo que deixar criança ouvir Xuxa, Rebelde... puro desperdício...

Tom disse...

Telê?
Cafu que o diga.
E diz, felizmente é um cara super agradecido ao velho rígido e implicante e perfeccionista e obessivo e brilhante mestre.
Ps: quem lançou o Dadá foi o Yustrich..hehe.