sábado, 11 de setembro de 2010

Saiu!

Belo Horizonte (Já vai começar em Monza!) - Acabou a agonia! Saiu a táboa de classificações dos Pitacos do FEF!

Uma trabalheira sem fim, mas, enfim, taí.Agora ficará mais fácil acompanhar a progressão de cada um até aqui e a partir daqui, no segundo turno. Fica fácil ver, também, que já passou da hora do Gus cumprir a tal promessa! Ou seremos obrigados a contar tudo pro Kalil, e aí vocês já sabem o que ele vai mandar fazer com o Gus, né...

Acorda 'mininu'! Já saiu a Tabela dos Pitacos!
Bom, pra acessar, é só clicar no link na barra lateral, em Táboa dos Pitacos.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Galo no Divã: Vasco 1 x 1 Atlético MG

("Someone tell me why
Why chose this life?
This superficial lie
Constant compromise
Endlless sacrifice
" em homenagem ao Portina, que deixou o DT)

Sacrifício sem fim acompanhar estes shows de horrores protagonizados pelo alvinegro de Minas.
Defesa assustadora. Meio apavorante. Ataque... que ataque? Treinador Covarde.

Será que vai cair?
 Fábio Costa: Rebateu bolas demais. Pouca confiança. Gol indefensável.
Diego Macedo: Pouco acionado e pouco eficiente.
Réver: Começou a errar além da conta mas ainda foi o melhor do setor.
Lima: Não comprometeu.
(Neto Berola): Prefere parar os lances e pedir falta - onde não há - do que buscar o gol.
Werley: Melhor posicionado e até acertou alguns passes (comparando com sua média...)
Eron: Errou tudo. O que tinha e o que não tinha direito.
Jataí: Muito Irregular.
Serginho: Pode arrumar as malas e ir embora. Antes que seu bom futebol seja contaminado pelos demais.
(Ricardinho): Custou pra entrar no ritmo. Mas ajudou como de praxe. 
Fabiano: Já não ajuda muito como marcador. Como armador então...
(Mendez): Custou pra entrar no ritmo. Aliás, não entrou.
Diego Souza: Camisa 1...71?
Daniel Carvalho: Tentou jogar no primeiro tempo e não conseguiu. Insistiu no segundo e foi recompensado.

Luxemburgo: Escalação ridícula. Nas alterações tentou consertar a bobagem que insiste em fazer. O Jason me perguntou o que ele diria na coletiva. Apostei no seguinte: "Alguém passou a manteiga dos dois lados do pão"...

Mais uma vez o Jason entrou em campo e adiantou a coisa.
Pouco a acrescentar, mas vale enfatizar o quanto o time foi péssimo. A zaga até parece ter tentado cumprir aquela de não errar. Mas não há quem resista quando não existe um meio campo que ajude e que articule algo com o ataque. No bate-volta, sempre sobra pros zagueiros. Mas quem é que escalou um ime sem atacantes, com os armadores dentro da área e sem nenhuma ligação? Outra coisa. O Eron esteve muito mal. O Diego Macedo costuma ser melhor que ele, mas o lado direito quase não foi acionado e o menino lá ficou ainda mais sobrecarregado.

O 'bacana' é ver o quanto o time é previsível. Ou OS times do Galo. A cada partida são pelo menos dois. No intervalo sempre acontece algo. Mais ou menos assim. Se joga o primeiro tempo bem, pode desligar a tv, ir embora do estádio, quebrar o rádio. Porque na segunda etapa, virá horroroso. Se começa mal, recomendo o seguinte: Permaneça ligado, torça pra que voltem melhores, mas preparem-se pra um retorno ainda pior.

Desta vez voltaram melhor. Não jogaram bem. É diferente. Mas superaram a apatia da etapa inicial e tentaram produzir algo. O adversário cedeu, permitiu que fizéssemos tudo. E não fizemos quase nada. Que merece destaque, uma bola na trave do Daniel Carvalho, que merecia entrar. No final, boa jogada, falta na área e pênalti mal batido mas bem convertido pelo Ricardinho. Claro que os tradicionais sustos não deixaram de acontecer.

Até quando vamos ficar dependendo de pênalti? Uma hora alguém erra, noutra o juiz não marca.
Até quando as mesmas desculpas?... e lorotas...? *"O resultado foi bom. Os jogadores estão envolvidos com nosso processo."
("Até quando esperar,
A plebe ajoelhar
Esperando a ajuda do divino Deus
" Plebe Rude)
Até quando vai minha nostalgia?

O Rei do 'dismico'

Belo Horizonte (Usem a criatividade) - Fiquei pensando, durante o jogo, qual seria a próxima desculpa do Luxemburgo para mais um resultado ruim. Com base nisso, também.

Perguntei pro Gus no MSN qual será a próxima desculpa do Luxa, e ele deu a primeira dica: "passaram manteiga dos dois lados do pão".


No twitter tem o #Luxemburgo171, também.

Em Campo: Vaxxco x Galo

Belo Horizonte (Bando) - Primeiro tempo ruim. O mesmo problema, sintomático, foi a tônica do Galo no primeiro tempo: um meio-campo desfragmentado, perdido, desorganizado. Isso criou uma enorme dificuldade tanto na saída, quanto na manutenção da posse de bola, o que deixava o vasco sempre próximo ao  gol do F.C.

Praticamente não há cobertura para os rebotes, a segunda bola sempre era cruzmaltina, aliás, como foram a primeira a terceira, a quinta, décima...

Apesar de melhor defensivamente - o gol foi mais mérito do Éder Luís do que falha defensiva -, o time não conseguia encaixar uma jogada simples. Os atacantes (se é que o Diego Souza é atacante) estavam muito isolados e, assim, sem apoio dos jogadores do meio, alas inclusive, fica difícil, mesmo.

Sinceramente, não creio que o Galo vire o jogo, apesar de torcer desesperamente pra isso. 

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Pitacos: Bacalhau x Galo

Cada dia uma formação, cada jogo a mesma decepção.
Sem muito o que falar ou especular, só me resta pitacar.

Não creio em 3 derrotas seguidas. Então 1 x 1.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Bola no Papo: o papo furado...

Exigimos uma reação imediata contra o: _______________ !!
A frase feita está aí. É só mudar o nome do adversário. A cada final de rodada é a mesma coisa.

Enquanto o Tardelli continua fora, temos a volta do Daniel. Este aí eu gostaria de ver jogando como terceiro atacante. Funcionando no esquema Tardelli (Berola), Daniel e Obina. Mas como o último também está fora e o fexô não é mais o mesmo, acho que não verei isto tão cedo...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Transferência

Belo Horizonte (A grande rede alvinegra) - Vocês já devem ter visto aí ao lado o selo da Galosfera, um fórum que agrupa vários apaixonados alvinegros espalhados na blogoseria.

Uma das sugestões bacanas surgidas no fórum foi a de que cada blog link cinco posts interessantes de outros blogs parceiros da Galosfera. Por isso, nós inauguramos, hoje, mais uma coluna: a Transferência.

Às segundas-feiras nós linkaremos aqui posts que acharmos legais. Ah, como sempre, sugestões são bem vindas no futebol.freud@gmail.com.

Vamos às transferências da semana:

Só elas, que sabem muito melhor que nós o que é amar, seriam capazes de tamanha simplicidade: Galo, escutai a nossa prece!

Balanço da gestão do Kalil: a volta ao trilho.

É isso que a gente tenta sempre aqui no FEF: "não perder o horizonte da crítica".

É... Parece que não.

Pelo visto, Marcelo, seu comentário nem foi aprovado...

domingo, 5 de setembro de 2010

Galo no Divã: Atlético MG 2 x 3 São Paulo

("A gente joga bola e não consegue ganhar... Inútil, a gente somos inútil" do são paulino Roger)

A nostalgia dos anos 80 continua.
A decadência dos 2000, cada vez mais.
No primeiro tempo o Galo pareceu um time. No segundo, confessou que não é.

A bola ainda tá longe do time...
Fábio Costa: Uma falha e outras boas defesas.
Diego Macedo: Teve muita boa vontade e fôlego. Mas ainda falta técnica.
Werley: Não comprometeu... tanto.
Réver: Deve ter percebido que vinha sendo o melhor e subiu no salto. Quase caiu.
Eron: Grande primeiro tempo. Péssimo segundo.
Rafael Jataí: Bom primeiro tempo. Ruim no segundo.
(Jackson): Nem entrou em campo.
Fabiano: No mais das vezes, dispensável.
Serginho: Indispensável.
Ricardinho: Jogou bem e até deu alguns piques. Mas cansou e nem precisava voltar no segundo.
(Mendez): Tentou resolver sozinho chutando de longe... pra longe.
Neto Berola: No mano a mano até consegue aprontar. Mas a fomeagem ainda mata.
(Ricardo Bueno): Só fez figuração.
Obina: O recado foi dado em campo também. Jogou bem e, mesmo sendo limitado tecnicamente, continua sendo destaque.

Luxemburgo: Armou bem o time, mas demorou a mexer no segundo tempo. E o que diabos arrumou no intervalo?

Muito já foi falado aqui sobre o primeiro tempo.
Destaco o gol dos bambis em uma jogada tradicionalmente terrível para o Galo. Após uma boa defesa do Fábio Costa, este falha novamente. Mas, o pior, nem foi isto. Sua espalmada iria para a linha de fundo novamente. Encontrou antes um jogador de 1,5m (que deu trabalho o jogo inteiro) sem a menor cobertura. Quando as câmeras mostraram a área antes da cobrança, já temi. O posicionamento defensivo nas bolas paradas é o pior que já vi nos times do Galo. Sempre tem alguém que sobra. E hoje, alguém que marcou.
Tenho minhas dúvidas se o primeiro pênalti foi mesmo. Mas valeu pela cobrança, mesmo com o grande (e catimbeiro) goleiro do lado de lá e todas as adversidades, o Obina bateu bem outra vez. E Outra! Na excelente jogada do Serginho, derrubado na área, o atacante foi firme em conduzir a virada.

Mas virou também o tempo. Na segunda etapa, o Galo não entrou em campo. Ficou num lenga lenga danado e, antes que o fexô acenasse com alguma mudança (é, demorou demais!), o São Paulo achou um gol. Achou nas costas (e às custas) do Eron. Errou na linha burra e quando saiu, deixou o atacante de lá livre para empatar. Como se não bastassem duas falhas, a terceira estava por vir. Um drible improvável, uma bola praticamente perdida na linha de fundo. Mas com vontade, o são paulino chega, toca pra trás e encontra um pé torto do Jataí que praticamente ajeita para o Fernandão. Este só garantiu meu troféu Mãe Dinah da rodada. E quase o Dinorah também. No finalzinho ainda poderíamos empatar. Mas aí repetiu-se a falha do Serginho no terceiro jogo seguido. Se não aprender a chutar pra gol (tudo bem que foi uma bela defesa do Ceni) não entre na área!!!
O primeiro tempo mostrou o que já sabíamos. Não é por falta de jogador. Aliás, hoje não estiveram os 'principais'. Os Diegos, artilheiro e craque do brasileirão 09 não fizeram falta quando o time jogava bem. Mas algo muito mais sério está faltando por lá.
** Falando com o Jason no msn.... " o técnico adversário viu aquilo que o luxa insistiu em não ver".
*** O Miranda deve ser atleticano. Todo jogo ele dá um presente pra nosso ataque!
Elenco bom, diretoria fazendo o trabalho e todos os blás blás blás que todo mundo fala. Dizem que estão unidos e não tem problema de relacionamento no clube.
Embora continue torcendo, só estou do lado dos números. O Galo vira o campeonato com péssimo aproveitamento. E aqui mesmo já adianto. No final, cai. E que Dinorah me proteja!

Em campo: Galo x Bambis

Belo Horizonte (Outro time) - Muito bom jogo no primeiro tempo. Jogo aberto, ousado por parte das duas equipes. O São Paulo teve duas boas chances de gol, com duas grandes defesas do FC. Pena que, novamente, ele falhou na gol. Tem sido assim ultimamente... 

O Obina quase guarda de cabeça, depois de bonita jogada do serginho, que fez ótima jogada no pênalti. Boa partida também ajudando na cobertura do Macedo. Joga bem, também, Eron, atrevido no ataque. 

Na defesa, porém, precisa de um pouco mais de solidez. Sorte que o Werley e que o Jataí fazem boa cobertura ali. O Genrão não apareceu no jogo e o Berola teve alguns lampejos. Ricardinho joga muito bem na função de armador. 

Obina, como disse o Gus aí pra baixo, é o símbolo do Galo: muita raça e vontade. Se continuar assim, as chances de vitória são boas (principalmente agora que o time vira o jogo). 

Ah, Diego Souza e Tardelli não se fazem lembrar...

sábado, 4 de setembro de 2010

Pitacos: Galo Carijó x Bambis

Nos campeonatos passados, em momentos que o tricolor se destacava (não tanto pela qualidade/beleza/ofensividade, mas pela eficiência e regularidade), acabamos surpreendendo e vencendo até pelas bandas de lá.
Hoje eles não vão lá tão bem assim e nós continuamos nas trevas.

Eu até sonhei istro dia que ganhamos de  4 x 1. Mas o adversário era o xará paraguaiense.
Creio que amanhã meu sonho não valerá de nada. 3 x 2 pro SP, com dois do Fernandão.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Bola no Papo

Nas palavras do Tom:

"Intermediando posts mais significativos e ao mesmo tempo propiciando uma maior velocidade e possibilidade de expressão livre - sem estar vinculada a um assunto pré determinado". Esta é a idéia da coluna que lançamos agora.
Na época da sugestão do Tom hesitamos um pouco porque estávamos com rodadas de meio e fim de semana, o que tornava curto o tempo entre os jogos e demais postagens. Mas caiu a ficha que neste segundo semestre, esta rotina será a regra (considerando que queremos chegar ao título da Sula...).
Assim, está aberto o espaço para blábláblearmos à vontade sobre qualquer coisa alvinegra da capital mineira.

Essa semana me chamou a atenção o esbravejamento do Kalil sobre o prejú com o fechamento do Mineirão. Será que ele foi pego de surpresa? Ora, todo mundo sabia que isto iria acontecer. Embora a saída imediata - o Independência - não esteja disponível e, neste ponto, concordo com a bravura do homi, mesmo com o estádio do Coelho o prejuízo é inevitável. Não há como comparar nada do que tem em MG com o Mineirão. O Independência poderia apenas reduzir um pouco o impacto das bilheterias. As soluções de patrocínio que diz que está correndo atrás, já deveriam estar feitas.
(como acho que o Kalil é o que mais tem trabalhado direito, isto entra apenas como uma pequena crítica, e não como um post hehehehehe)

Recado dado?

Belo Horizonte (Hum...) - Essa de disque denúcia já era até esperada. Sempre que o time está mal colocado o povo começa a vigiar os jogadores (o interessante é que não fazem isso quando o time tá na ponta). 

Não condeno a atitude. Acho que tem que prevalecer o bom senso das duas partes, jogadores e torcida. Neguinho jogador não vai abusar quando o time está na zona da degola (e não deveria nem quando está na parte de cima da táboa) e neguinho torcedor também não deve horrorizar quando vê um cara saindo com a família/mãe/pai/filhos/namorada/amante para jantar e se divertir um pouco. Faz bem, até! Ajuda a distrair, aliviar a pressão (principalmente no caso da amante...).

Mas o que achei interessante nem foi a criação do dispositivo anti-balada. Foi um trecho da fala do Obina. Este aqui: "Isso é normal e, no momento que a gente está vivendo, é até complicado sair de casa. Eu, quando perco, tenho vergonha de sair na rua. Tenho certeza que eles não vão me ver na balada. E os meus companheiros também devem se conscientizar".

Sigam-me os bons!

É impressão minha ou o grifo foi um recado velado, inconsciente?, pra alguém (ou alguns) do elenco?
 

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Nossos sentimentos

Belo Horizonte (O Castelão não será mais o mesmo) - Cumprindo minha jornada diária por alguns blogs que acompanho, passeava pelo do Flávio Gomes e me deparei com a notícia: morreu o Moto Club de São Luís. O Clube fechas as portas no último dia 27/08.

O Moto Club era figura presente nos torneios de futebol de botão com os amigos na minha infância interiorana, junto com o tamém maranhense Sampaio Corrêa.

Este belo texto aqui, uma mescla de atestado de óbito (que contempla perfeitamente mutios dos males que  acomentem muitos outros clubes - inclusive os grandes - Brasil afora)  com diagnóstico post mortem, dá uma noção do que significa a morte de um clube.
Nós, que sabemos muito bem o que é amar um escudo, uma camisa, em respeito e solidariedade à orfandade dos torcedores do Moto Club de São Luís, deixamos aqui nossos profundos e sinceros sentimentos.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Galo no Divã: Goiás 1 x 3 Atlético MG

("O pulso ainda pulsa..." só pra fechar a 'trilogia' Titãs)

Haja saudosismo dos anos 80... 
Mas esta é mesmo a palavra do atleticano.
Obina. Essencial

Fábio Costa: O que seria dele sem o Réver?
Rafael Cruz: Pediu pra defecar e saiu. Mas a merda já estava feita.
(Diego Macedo): Impecável. O primeiro a demonstrar vontade em mudar a história do jogo.
Réver: Belo futebol. Este sim pode continuar o que vem fazendo...
Werley: Não comprometeu e até conseguiu fazer sombra ao outro.
Eron: Totalmente perdido no primeiro tempo. No segundo cheguei a pensar que tinha saído.
Jataí: Sumido no jogo. Pelo resultado, vou dizer que é bom sinal.
Fabiano: Mesmo com sua 'grossura' e os sustos que dá, acabou sendo útil. É, o time tem que ter DOIS volantes.
Serginho: Incansável. seu grande adversário mais uma vez foi o posicionamento.
Jackson: Não foi bem, como todo o setor no primeiro tempo.
(Ricardinho): O segundo a demonstrar vontade em mudar a história do jogo. E foi quem a conduziu.
Neto Berola: Muito cai cai e pouco participativo. Mas foi o primeiro a operar a mudança. Aí jogou bem o final do primeiro e o segundo até sair.
(Diego Souza): Diego Souza do Galo. Mostra que tem técnica mas não quer jogar. Entrou, fez gol e não mais se apresentou.
Obina: Muita vontade e jogadas surpreendentes para o que conhecemos de sua técnica. O outro que operou a mudança.

Luxemburgo: Pela segunda vez seguida esqueceu o 3-5-2. Ponto pra ele (nós). Foi preciso nas substituições.

O jogo começa com aqueles mesmos elementos que me fazem querer deixar logo isto de lado e curtir 2 horas a mais de sono. A combinação entre chutão e bola aérea na área continua sendo desastrosa pro nosso time. Aos cinco minutos isto acontece, pega a defesa com as calças na mão e o lateral sem conseguir acompanhar comete a penalidade máxima. Tradédia a vista. A sorte é que o adversário (lanterna, não se esqueçam disto) é péssimo. E azarado. Aos 34, quase deram o golpe final. Mas sabe-se lá por que força estranha a bola bate no travessão, nas costas do goleiro e cruza a linha. Mas do lado de fora meta. Pros supersticiosos (dentre os quais desejei estar naquele momento) era um sinal. Uma sorte destas não estaria ali por acaso. Pois 3 minutos depois, o alvinegro que até então sequer tinha dado um chute a gol, consegue o seu primeiro de forma também inusitada. Obina dá 3 dribles que não costuma acertar e é parado com falta. Pênalti pro lado de cá também. Cobrança perfeita, empate, reação. Aí o time cresceu e poderia até virar. Mas acabou.

Não consigo entender porque diabos os caras lá só resolveram jogar depois que empataram a partida. Será que a vontade só vem depois da sorte? Não é possível. Será preciso ser castigado até encontrar alguma razão (como se não houvesse tantas...) para trabalhar direito?

O segundo tempo chegou mostrando que dá pra entrar em campo com outro espírito. E foi assim em toda a etapa complementar. Destaque para o Ricardinho que, além do que já vinha fazendo, tratou de mostrar a diferença clara entre um chutão e um lançamento. Ou dois. Pois dos pés dele saíram as bolas que permitiram ao Diego Souza amenizar sua situação e virar o jogo e ao Obina marcar mais um (não sem antes hesitar no chute, dar um drible errado, ser derrubado e conseguir outro pênalti).

Disto sobra algumas coisas. Talvez o fexô não tenha esquecido de todo como se fazem as coisas. Mas, por que não tem feito?
Se o time quiser jogar, joga. Mas por que não quer?
3 pontos preciosos. Não mudaram a situação do time, mas podem ser o começo. Só não esqueço que o adversário era ainda pior que nós. No fim de semana talvez não seja assim. Como começaremos (e manteremos) o jogo?

Pitacos: Goiás x Atlético MG

Crise pra lá e pra cá. Time com treinador novo costuma aprontar... ou não. Hehe
Poupam gols dos dois lados.
Então fico na mesma.

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