Ontem parece que praticamente não aconteceu nada.
Nenhuma novidade, já que em campo já não acontece mesmo desde maio.
Mas quinta-feira com certeza algo acontecerá...
Será que vai ser apenas fechar a tampa do caixão?
O FEF foi criado por apaixonados pelo Clube Atlético Mineiro que, desde 2001, compartilham as vicissitudes do ser Atleticano! Amor desmedido e incondicional pelo manto sagrado divide espaço com críticas lúcidas e (às vezes) ácidas ao universo alvinegro. Atleticanos (as): Imersos na ambivalência dessa paixão, comentem (e critiquem) à vontade. Todos terão voz. Curtam os textos, afinal, Futebol é Freud!
terça-feira, 21 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Transferência
Belo Horizonte (Como algum um dia de 2005) - O que a blogaiada alvinegra andou dizendo por aí.
Infelizmente, Munaier, não é esta visão corporativa que gere o Clube. Ainda não há uma mentalidade que fala do Clube mais que a representação de uma nação, mas sim uma empresa que a represente. E, como toda empresa que pretende ser competitiva, que conheça seu lugar no 'mercado', que conheça a fundo seus concorrentes, que tenha objetivos, metas e planejamento estratético e que saiba onde quer chegar mas que, para isso, tenha, saiba, acima de tudo, COMO fazer para chegar. Por isso, talvez isso não seja algo com que os dirigentes tenham se preocupado.
O Marcelo, que esteve lá ontem e viu de perto aquilo que insistimos em chamar de time, vai dar uma força pra ajudar a combater a desesperança.
Conversando com um amigo dia desses, sobre a eterna incapacidade dos jogadores melhorarem fisicamente, surgiu a tal caixa de areia como culpada. O camarada argumentava que, no ano passado, com o Roth o time estava 'voando' e, com a chegada do Melo e sua famigerada caixa, além de o time não 'pegar mão', lesões se acumulam no DM do CT. Seria ela culpada pela mediocridade física do time?
Quebre o silêncio, Kalil! Que, aliás, anda muito calado sobre determinados assuntos. Talvez seja melhor assim, já que, quando fala, diz o que ouvimos ultimamente, aí. Ah! Vejam o que a 'kombosa' disse sobre a contratação do Luxa.
domingo, 19 de setembro de 2010
Galo no Divã: Atlético-MG 2 x 3 Vitória
Belo Horizonte (E a coletiva não saiu, ainda. Sinal de adeus?) - A diferença do primeiro para o segundo tempo é que, com a explusão do zagueiro Anderson, o time tinha obrigação de ir pra cima.
E foi. Mesmo de uma forma muito desorganizada, o galo ocupou o campo adversário e conseguiu empatar a partida, com o Neto Berola, a quem eu malhava aí embaixo conversando com o Daniel Martins.
Mas, sem o mínimo de qualidade, criatividade, vontade, organização, fica difícil. Mesmo com um jogador a mais durante quase todo o segundo tempo, o Vitóra quase não chegava, a não ser quando um Jairo Campos da vida oferece quase nenhuma resistência.
Aliás, não foi só ele não.
Fábio Costa: Goleiro com duzentos anos de experiência sair daquele jeito?
Diego Macedo: Péssimo.
(Neto Berola): não concordei com sua entrada. Fez o gol, mas continua fominha ao extremo
Cáceres: tentou marcar o Jairo Campos
Jairo Campos: tentou marcar o Cáceres
Leandro: com um a menos, apareceu mais ao ataque e fez um bom cruzamento pro Berola
Alê: Menos perdido que sua zaga. Mas até que foi razoável
Serginho: Apareceu mais quando jogou pela lateral. Mas, já amarelado, saiu pra não ser expulso
(Joédson): Não vai vender não, Luxa!
Ricardinho: Jogou bem. Só pode ter saído por cansaço
(Diego Souza): 'urubu malandro'
Daniel Carvalho: Disparado, o melhor atleticano em campo. O mais lúcido, o mais técnico, com mais vontade. Mas, sozinho, fica muito difícil. Ainda mais quando o Luxa o manda se esconder no jogo, ficando aberto pelo lado esquerdo no segundo tempo.
Obina: o de sempre. Num chutão do tardelli, meteu o testão na bola, que beijou o travessão.
Luxa: Deveria ter tirado o Macedo, mesmo, que estava mal mas, como disse aí no Em Campo, eu não achava que o Berola era a melhor escolha. Um velocista pra um time que jogava muito fechado... O negócio não era colcoar mais jogadores ofensivos em campo. Tardelli, Berola, Obina e Daniel Carvalho já estavam em campo. Precisava de um jogador que enxergasse o jogo, que desse algum ritmo e que ajudasse na criação no ataque. E, com certeza, esse cara não é o Joédson.
A apatia e a mediocridade não se manifestaram somente dentro de campo. O Fexô parecia tão perdido quanto seus comandados.
Eu perguntei no twitter se esse jogo não cheirava a 'Fortaleza '05'.
Do alto da minha sensatez, acho que sim.
E foi. Mesmo de uma forma muito desorganizada, o galo ocupou o campo adversário e conseguiu empatar a partida, com o Neto Berola, a quem eu malhava aí embaixo conversando com o Daniel Martins.
Mas, sem o mínimo de qualidade, criatividade, vontade, organização, fica difícil. Mesmo com um jogador a mais durante quase todo o segundo tempo, o Vitóra quase não chegava, a não ser quando um Jairo Campos da vida oferece quase nenhuma resistência.
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| É pra rir ou pra chorar? |
Aliás, não foi só ele não.
Fábio Costa: Goleiro com duzentos anos de experiência sair daquele jeito?
Diego Macedo: Péssimo.
(Neto Berola): não concordei com sua entrada. Fez o gol, mas continua fominha ao extremo
Cáceres: tentou marcar o Jairo Campos
Jairo Campos: tentou marcar o Cáceres
Leandro: com um a menos, apareceu mais ao ataque e fez um bom cruzamento pro Berola
Alê: Menos perdido que sua zaga. Mas até que foi razoável
Serginho: Apareceu mais quando jogou pela lateral. Mas, já amarelado, saiu pra não ser expulso
(Joédson): Não vai vender não, Luxa!
Ricardinho: Jogou bem. Só pode ter saído por cansaço
(Diego Souza): 'urubu malandro'
Daniel Carvalho: Disparado, o melhor atleticano em campo. O mais lúcido, o mais técnico, com mais vontade. Mas, sozinho, fica muito difícil. Ainda mais quando o Luxa o manda se esconder no jogo, ficando aberto pelo lado esquerdo no segundo tempo.
Obina: o de sempre. Num chutão do tardelli, meteu o testão na bola, que beijou o travessão.
Luxa: Deveria ter tirado o Macedo, mesmo, que estava mal mas, como disse aí no Em Campo, eu não achava que o Berola era a melhor escolha. Um velocista pra um time que jogava muito fechado... O negócio não era colcoar mais jogadores ofensivos em campo. Tardelli, Berola, Obina e Daniel Carvalho já estavam em campo. Precisava de um jogador que enxergasse o jogo, que desse algum ritmo e que ajudasse na criação no ataque. E, com certeza, esse cara não é o Joédson.
A apatia e a mediocridade não se manifestaram somente dentro de campo. O Fexô parecia tão perdido quanto seus comandados.
Eu perguntei no twitter se esse jogo não cheirava a 'Fortaleza '05'.
Do alto da minha sensatez, acho que sim.
Em campo: Galo x Vitória
Belo Horizonte (tem que mudar coisa demais!) - Mais uma vez o nervosismo entra em campo antes do time. Mais uma vez um gol logo no início da partida, o que torna pior o que já estava difícil. O time, que entra em campo sob uma pressão descomunal, toma um gol no comecinho e isso piora as coisas.
Apesar de tudo, alguns lampejos de vontade. O Daniel Carvalho, como sempre, buscando jogo, tentando jogar pela direita com o Diego Macedo. O Ricardinho, que começou mal, perdendo bolas bobas, longe do que tem sido, também tenta jogar com o Leandro, sem sucesso, claro. O lateral, inclusive, só apareceu após a expulsão de uma adversário. Se tiver que ser assim pra ele jogar bola...
Os passes errados continuam sendo uma moléstia deste time. Isso dificulta o ritmo de jogo e facilita a marcação do adversária.
Uma pergunta: Quem foi aquele filho de Deus que caminhava olhando a jogada do segundo gol, enquanto o Egídio passava livre por suas costas? Era o Diego Macedo?
O Obina continua raçudo, como sempre. A zaga, aberta como sempre. Impressionante como, entra zagueiro, sai zagueiro, os defensores não conseguem se entender (ou não entendem as ordens do fexô?). Jairo e Cáceres, além de desentrosados, estiveram muito lentos. Uma mãe, essa defesa.
Aos 27', o zagueiro Baiano leva o segundo cartão amarelo e é expulso. Será que isso significará alguma coisa de bom pro Galo? Uma coisa é certa: o Vitória, que já estava bem fechado, se encolherá ainda mais. Pra um ataque que não consegue ser efetivo nem quando o adversário se abre, imagine quando tem motivos (e placar) pra se fechar ainda mais...
Aos 41', os Deuses do futebol premiam quem trabalha (ou ao menos tenta). Gol do Daniel Carvalho, um dos poucos lúcidos dentro de campo, depois de chute desviado que enganou o arqueiro 'soterocolombiano'. O gol, no entanto, não muda muito a mediocridade desse time do galo no primeiro tempo. Falta muita vontade, fome, como gosta de dizer o Luxa, para a mudança que precisamos.
Talvez a solução seja privá-los de água e comida (ao invés de privá-los dos salários, como queria o Kalil), como fazíamos com nossos sujeitos experimentais nas aulas práticas de Análise Comportamental no curso de Psicologia. Quem sabe assim esses jogadores aprendem alguma coisa...
Apesar de tudo, alguns lampejos de vontade. O Daniel Carvalho, como sempre, buscando jogo, tentando jogar pela direita com o Diego Macedo. O Ricardinho, que começou mal, perdendo bolas bobas, longe do que tem sido, também tenta jogar com o Leandro, sem sucesso, claro. O lateral, inclusive, só apareceu após a expulsão de uma adversário. Se tiver que ser assim pra ele jogar bola...
Os passes errados continuam sendo uma moléstia deste time. Isso dificulta o ritmo de jogo e facilita a marcação do adversária.
Uma pergunta: Quem foi aquele filho de Deus que caminhava olhando a jogada do segundo gol, enquanto o Egídio passava livre por suas costas? Era o Diego Macedo?
O Obina continua raçudo, como sempre. A zaga, aberta como sempre. Impressionante como, entra zagueiro, sai zagueiro, os defensores não conseguem se entender (ou não entendem as ordens do fexô?). Jairo e Cáceres, além de desentrosados, estiveram muito lentos. Uma mãe, essa defesa.
Aos 27', o zagueiro Baiano leva o segundo cartão amarelo e é expulso. Será que isso significará alguma coisa de bom pro Galo? Uma coisa é certa: o Vitória, que já estava bem fechado, se encolherá ainda mais. Pra um ataque que não consegue ser efetivo nem quando o adversário se abre, imagine quando tem motivos (e placar) pra se fechar ainda mais...
Aos 41', os Deuses do futebol premiam quem trabalha (ou ao menos tenta). Gol do Daniel Carvalho, um dos poucos lúcidos dentro de campo, depois de chute desviado que enganou o arqueiro 'soterocolombiano'. O gol, no entanto, não muda muito a mediocridade desse time do galo no primeiro tempo. Falta muita vontade, fome, como gosta de dizer o Luxa, para a mudança que precisamos.
Talvez a solução seja privá-los de água e comida (ao invés de privá-los dos salários, como queria o Kalil), como fazíamos com nossos sujeitos experimentais nas aulas práticas de Análise Comportamental no curso de Psicologia. Quem sabe assim esses jogadores aprendem alguma coisa...
sábado, 18 de setembro de 2010
Pitacos: Galo x Leão
Belo Horizonte (O título já era, mesmo...) - Em outro momento, eu poderia até dizer que os desfalques do Vitória talvez significassem alguma vantagem para o Galo. Poderia dizer que, sem o Ramom, cérebro do time, os baianos têm sérios problemas para enfrentar o Carijó aqui no terreiro.
Mas, vejam só, isto não faz a menor diferença. Com ou sem desfalques, o Vitória (que vem de um empate com o Ceará) é uma ameaça para domingo. Com ou sem Ramom, Wallace e Vanderson (a propósito, notaram que o Renan Oliveira não está nem entre os relacionados para a partida?), isso não faz a menor diferença, os baianos preocuma. Por quê? Simples: porque a ameaça, na verdade, é o próprio Galo.
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Que, jogando em casa, (se de)pena para ganhar do Prudente, que cresceu a crista(!) no nosso terreiro. Aliás, como têm feito todos que aqui despencam. Que não se encontra em campo, mostrando o mínimo de entrosamento tático. Que sofre com inúmeras e recorrentes lesões inexplicáveis. Que tem um treinador que não percebe o mexidão (eu ia dizer salada de frutas, mas isso seria mais apropriado ao outro lado da lagoa) que tem sido sua equipe. Que não demonstra o mínimo de padrão de jogo e blá blá blá que já blablablableamos aqui.
Por isso tudo, minha sensatez martela um 1x1 aqui na caixola. Mas esse negócio de jogador se reunir pra decidir sem o técnico sôa como um leve sopro de mudança. Pode ser que esse ajuntamento seja mesmo um começo.
Por isso, ponto pra insensatez: 2x1 pro Galo.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Bola no Papo: Perder é normal...
Como de costume, introduzo um assunto só pro post não ir pro ar em branco.
E vou de novo lorotar em cima da lorota. O Fexô com aquele papim furado de que 'empatar com o vaxco' (que só empata) no Rio é normal. "Perder para o APR na arena é normal" porque, afinal de contas, lá é um caldeirão.
Ok. Aceitemos isto.
Mas acrescentemos na lista. É normal perder para o Barueri/Prudente, que é um time que quer se afirmar no cenário nacional (bla bla bla clichê). É normal perder para Palmeiras, São Paulo, Inter, Flu, todos esses em casa. Porque, afinal, são times grandes. (o Galo não é).
O mesmo vale para Corinthians, e Botafogo, em suas casas, que além de tudo estiveram sempre no (ou próximos do) G-4.
E o que dizer de Grêmio, Vitória e Ceará? Não ameaçaram muita gente até agora no brasileirão. Os dois primeiros defenderam seu território, enquanto os cearenses vieram aqui e....
Todo resultado que, na tabela e na moral atleticana são adversos, para a coletiva pós jogo é normal.
Anormal é vencer (embora este seja "o nosso ideal").
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Juntando os Cacos
De ladainha em ladainha, outro movimento aparece.
Digo outro porque, em primeiro lugar, não veio do fexô.
Em segundo, porque os porta-vozes tem algum crédito (Tá, o do Tardelli já tá um pouco vencido, mas a esperança em 2010 existiu pelo que ele fez em 2009).
Em terceiro porque as desculpas esfarrapadas não aparecem nos trechos selecionados (se alguém viu/ouviu tudo, diga aí se as bobagens também apareceram).
"O que nós fizemos até aqui não foi suficiente para tirar o Atlético desta situação. Pela estrutura que o clube tem, por tudo que nos oferece, pelo time que temos, pela nossa torcida, que é extremamente participativa, o Atlético não pode estar nesta situação e na zona de rebaixamento." (Ricardinho). Nenhuma novidade pra nós. Talvez seja pro luxa.
"A gente tem que ter a cabeça tranquila, tem que ter o torcedor do nosso lado, apoiando, indo ao estádio. E naqueles 90 minutos não vaiar, não criticar. É o que a gente pede pro torcedor." (Tardelli) Menos novidade ainda. Mas parece ser pro tal torcedor. Que insiste em vaiar na hora errada.
Se esta será a solução definitiva pra coisa, não sei. Nem se é o passo mais interessante. Mas, frente à pasmaceira que andavam as coisas, já é um começo.
** Por falar em cacos... o que foi isto?
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Galo no Divã: Atlético-PR x Atlético-MG
Belo Horizonte (Desse jeito, vai) - Do primeiro tempo já havia dito alguma coisa.
A mudança na volta do intervalo trouxe duas surpresas: a saída do Méndez, que depois foi justificada pelo médico do Galo e o link do site onde estava vendo o jogo. Em resumo, nenhum dos dois funcionou.
Acompanhei boa parte da segunda etapa pelo rádio, mesmo, e a impressão foi de que a situação não havia mudado muito. Apesar de um pouco mais equilibrado, o fake continuava com as rédeas do jogo. Pude confirmar a impressão lá pelos 35' do segundo tempo, quando o tal do link voltou a funcionar.
O que vi foi um time desesperado, desorganizado, desconcentrado...
Fábio Costa: A bola na pequena área é dele. Falhou no primeiro gol. No segundo, fez o que pode.
Diego Macedo: Mal. Vai sonhar com o Maikon Leite hoje.
Jairo Campos: Sem ajuda de laterais e volantes, fica difícil. Sobrecarregado, fez o que pode.
Werley: A mesma coisa sobre a sobrecarga. Quanto a fazer o que podia...
Leandro: Mal. Não atuou no ataque. Na defesa, melhor no (que vi do) segundo tempo.
Mendez: Confuso entre tentar alguma coisa na armação e ajudar na cobertura do Macedo . Saiu por lesão.
(Joédson): tomou um cartão amarelo.
Ricardinho: Não foi o que tem sido.
Alê: no primeiro tempo, perdido, como todo o setor.
Daniel Carvalho: Único que tenta alguma coisa com qualidade.
Neto Berola: como é individualista esse menino. Até que faz algumas jogadas, mas na hora H, faz merda.
(Jackson): hã?
Obina: Oportunista, como centroavante tem que ser.
(Diego Souza): o cara já não está muito a fim de jogar e o fexô ainda o coloca como atacante. Prfu...
Luxemburgo: o blablabla pós-jogo já deu no saco. Sua incapacidade de organizar o time também.
Sobre o primeiro tempo, o Em campo aí já disse. Sobre o (pouco do) segundo, uma ressalva: alguém explique, por favor, como um atacante consegue cabecear cercado por três zagueiros?
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| O time consegue ser mais feio que as caretas. |
A mudança na volta do intervalo trouxe duas surpresas: a saída do Méndez, que depois foi justificada pelo médico do Galo e o link do site onde estava vendo o jogo. Em resumo, nenhum dos dois funcionou.
Acompanhei boa parte da segunda etapa pelo rádio, mesmo, e a impressão foi de que a situação não havia mudado muito. Apesar de um pouco mais equilibrado, o fake continuava com as rédeas do jogo. Pude confirmar a impressão lá pelos 35' do segundo tempo, quando o tal do link voltou a funcionar.
O que vi foi um time desesperado, desorganizado, desconcentrado...
Fábio Costa: A bola na pequena área é dele. Falhou no primeiro gol. No segundo, fez o que pode.
Diego Macedo: Mal. Vai sonhar com o Maikon Leite hoje.
Jairo Campos: Sem ajuda de laterais e volantes, fica difícil. Sobrecarregado, fez o que pode.
Werley: A mesma coisa sobre a sobrecarga. Quanto a fazer o que podia...
Leandro: Mal. Não atuou no ataque. Na defesa, melhor no (que vi do) segundo tempo.
Mendez: Confuso entre tentar alguma coisa na armação e ajudar na cobertura do Macedo . Saiu por lesão.
(Joédson): tomou um cartão amarelo.
Ricardinho: Não foi o que tem sido.
Alê: no primeiro tempo, perdido, como todo o setor.
Daniel Carvalho: Único que tenta alguma coisa com qualidade.
Neto Berola: como é individualista esse menino. Até que faz algumas jogadas, mas na hora H, faz merda.
(Jackson): hã?
Obina: Oportunista, como centroavante tem que ser.
(Diego Souza): o cara já não está muito a fim de jogar e o fexô ainda o coloca como atacante. Prfu...
Luxemburgo: o blablabla pós-jogo já deu no saco. Sua incapacidade de organizar o time também.
Sobre o primeiro tempo, o Em campo aí já disse. Sobre o (pouco do) segundo, uma ressalva: alguém explique, por favor, como um atacante consegue cabecear cercado por três zagueiros?
Em campo: Xará Fake x Galo
Belo Horizonte (Tem que melhorar muito pra ganhar!) - O primeiro tempo tinha tudo pra ter sido medíocre. O Galo estava completamente dominado pelo xará fake. Não sei dizer se pelo gol logo aos 2´ de jogo ou se por incompetência, mesmo.
Mas é fato que o time não conseguia jogar. Berola manteve seu ritmo: não passava a bola nem por decreto. O Diego Macedo e o Leandro muito perdidos entre o apoio e a defesa. O meio-campo, no geral, muito perdido, também.
Aí, o Daniel Carvalho dá um presente pro Obina, qua cabeceia com muita classe (o famoso queixo no ombro) e guarda, sem a menor chance para o arqueiro adversário.
A partir daí, o Galo melhorou um pouquinho, melhorando o posicionamento defensivo e impedindo o domínio absoluto que o fake vinha impondo.
No geral, entretanto, jogo muito ruim na primeira etapa.
Mas é fato que o time não conseguia jogar. Berola manteve seu ritmo: não passava a bola nem por decreto. O Diego Macedo e o Leandro muito perdidos entre o apoio e a defesa. O meio-campo, no geral, muito perdido, também.
Aí, o Daniel Carvalho dá um presente pro Obina, qua cabeceia com muita classe (o famoso queixo no ombro) e guarda, sem a menor chance para o arqueiro adversário.
A partir daí, o Galo melhorou um pouquinho, melhorando o posicionamento defensivo e impedindo o domínio absoluto que o fake vinha impondo.
No geral, entretanto, jogo muito ruim na primeira etapa.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Pitacos: Do Paraná x De Minas
Mais um xará no nosso caminho.
E o paraguaiense costuma ser uma pedra.... na chuteira.
Mas pra não perder o gás do último jogo... 2 x 2.
Obina e Alê (eita estréia!)
E o paraguaiense costuma ser uma pedra.... na chuteira.
Mas pra não perder o gás do último jogo... 2 x 2.
Obina e Alê (eita estréia!)
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Transferência
Mais uma semana na degola... A gente fala, fala e, pra não ficar na mesmice, vejamos o que mais o pessoal tem dito por aí.
Pra começar espantando a nossa urucubaca, nada melhor do que rir da desgraça alheia. Pois, não foi com o Galo, mas foi na posição que temos tido mais problemas a um tempão. Mas que isto não aconteça aqui!
Como o Fábio Costa, apesar dos 'queima-roupas' não tem sido desesperador como outros, o foco atualmente está no comando. O pessoal do 'Camisa' trouxe números interessantes. Vejamos!
'O pop não poupa ninguém'... Coisa de corneteiro. E um dos maiores que tem por aí é o Santista/Atléticano. Não sou chegado nele, mas é sempre bom ver alguém falando do Galo.
De um peixe a outro. Desta vez, com nobreza. Palavras do Rei.
A nostalgia tomou conta dos meus últimos GnDs. Lembro-me do pessoal lá de casa que usava a expressão "o time joga por música". Música boa e time bom estão aqui. Ou estiveram.
E vamo que vamo!
domingo, 12 de setembro de 2010
Alê Olá
Não passa um jogo sem que critiquemos - com razão - a falta de volantes para segurar a onda da zaga alvinegra.
Depois do desmanche promovido no primeiro semestre, ficamos apenas com o Zé Luis (que já tá há um tempo machucado) e o Jataí, menino que até pode crescer, mas neste mometno de turbulência tem oscilado bastante.
Agora chega outro. Na coletiva o Luxa até adiantou que já pode chegar chegando. Pro próximo jogo. Será que tem cancha pra titular?
Não conheço, mas apoio a vinda de mais alguém pro setor.
Não conheço, mas apoio a vinda de mais alguém pro setor.
Alguém tem mais informações sobre o futebol do Alê?
Galo no Divã: Atlético MG 1 x 0 Grêmio Prudente
("Live another day
Climb a little higher
Find another reason to stay" Ainda em homenagem ao Portina...)
Climb a little higher
Find another reason to stay" Ainda em homenagem ao Portina...)
O Galo (e o Luxa) ganharam sobrevida. E que isto os conduza a subir um pouco mais.
Mãe Dinorah tinha me assombrado ontem. Hoje, parece que a boca do Jacaré lhe deu um susto e felizmente ela saiu das bandas de 7L.
Bom jogo de dois times grandes costuma ser chamado de clássico. E um jogo ruim de dois times pequenos? (é, o Galo vem sendo pequeno a tempos).
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| Mesmo embolando as pernas de vez enquando, é o que ainda salva a honra do Galo! |
Fábio Costa: Só precisou fazer uma defesa, no final. E ainda bem que fez sem rebote.
Diego Macedo: Muito esforçado e disposto. Mas o passe/cruzamento é da pior qualidade.
Werley: Seguro.
Réver: Muito presente, não só na zaga, mas na saída de bola e dando sustos no ataque.
Leandro: Mais técnico que o da direita, porém muito lento.
Jataí: Começou com muita disposição. Mas não aguentou.
(Serginho): Joga bem, joga sério, joga firme. Joga muito.
Fabiano: Fez figuração. Não chegou a atrapalhar.
(Edison Mendez): Ainda muito longe do desejado.
Ricardinho: Melhor do time. Se escaparmos, muito deve ser creditado em sua conta.
Diego Souza: Está jogando em outro time.
(Neto Berola): Continua tendo como maior problema o cai cai. Precisa melhorar a visão de jogo.
Daniel Carvalho: Entrou pro time do Obina. Dos que querem jogar. E jogam. Melhorou muito a condição física. Deve crescer mais.
Obina: É a personificação do espírito alvinegro.
Luxemburgo: Após muita 'pardalzice', inventou a roda. Pôs o time pra marcar a saída de bola, como já fazíamos desde a primeira rodada '09 com o Juarez. Não sei ainda por que insiste no genrão, mas corrigiu nas substituições.
Primeiro tempo a todo vapor. O time foi pra cima desde o início, pressionou na saída de bola, conseguiu muitas roubadas, teve várias chances. Paramos uma vez na trave, outras no goleiro. A defesa foi pouco ameaçada, pela postura alvinegra mas principalmente pela inferioridade do Grêmio. Apesar da postura ofensiva, tivemos um problema sério. Aliás, continuamos com um problema sério. Os milhões de passes errados destroem qualquer tentativa de marcar. A lerdeza/má vontade do Diego Souza acabou tirano o Daniel Carvalho da área, onde poderia ser muito útil nas finalizações. Com erros dum lado e sem ataque do outro, zero a zero.
Como disse da última vez, a previsibilidade do Galo é terrível. Jogou bem num tempo, pode saber. O segundo tempo foi deprimente. Embora fizesse as substituições adequadas, os que entraram não renderam tanto quanto se esperava. O melhor do time, como sempre, sentiu o peso da idade. Não pode continuar se dando o luxo de ficar indo e voltando. Aí perdemos mais ainda com os erros de passe dos demais. Mas se algo de bom poderia acontecer, teria que ser mesmo de seus pés. Daí foi o belo passe pro centro-avante que marca seu sexto gol. Nas voltas finais do ponteiro. O adversário? Além e não saber, não quis jogar.
Nem sei se deveria ressaltar tanto a superioridade do Galo. Talvez enfatizar a inferioridade do Prudente. O jogo, num todo, foi ruim. O saldo, felizmente, positivo.
Luxemburgo, mesmo antes do jogo, veio com outro blá blá blá. Querendo inventar a roda, vem falar de receita. O mesmo que diz depois de toda derrota que futebol não é uma ciência exata. (kkkk e ele acabou de falar isto agora na entrevista!!!) Ainda que fosse, sua receita é o 'equilíbrio'. A mesma receita do Tite em 2005. Não, não estamos livres!
A torcida vaiando o Diego Macedo é só mais um capítulo da imbecilidade que vem de lá de fora. Sem mais.
("If you're searching for a silent sky... You won't find it here...")
* (Fredy, vc esteve lá?)
sábado, 11 de setembro de 2010
Pitacos: Galo x Prudente
Belo Horizonte (Sem imprudência, hein, Galo!) - E por falar em Pitacos, mando o meu aqui, rapidinho, porque já começou o treino de F1 pro GP de Monza.
3x1 pro Galo, duvidando da minha sanidade mental.
UPDATE
Tudo ao mesmo tempo agora
Depois de um tempo percebi que foram dois posts com o pitacos (um meu e um do Jason). E como os coments estão aqui, ponho o texto do outro (com meu pitaco) pra cá... hehe
Mas esse time pequeno já nos goleou. Não temos casa (o gramado da Arena ainda tá horrível?). A torcida nem sempre ajuda e o Galo adora dar vexame com casa cheia. Neste campeonato perdemos tanto com o mando de campo quanto sem ele.
** Se Dinorah ainda aparecer pra mim depois desta, vou reconsiderar a idéia de ser mártir.
3x1 pro Galo, duvidando da minha sanidade mental.
UPDATE
Tudo ao mesmo tempo agora
Depois de um tempo percebi que foram dois posts com o pitacos (um meu e um do Jason). E como os coments estão aqui, ponho o texto do outro (com meu pitaco) pra cá... hehe
Esse time vem sendo espinhento demais pra gente. Em outras circunstâncias, pegar um time pequeno em casa com a massa gritando poderia ser sinal de vitória certa.
Mas esse time pequeno já nos goleou. Não temos casa (o gramado da Arena ainda tá horrível?). A torcida nem sempre ajuda e o Galo adora dar vexame com casa cheia. Neste campeonato perdemos tanto com o mando de campo quanto sem ele.
Aposto no imponderável: O xará Goianiense vence o Flu. O Goiás vence o Inter.
Atlético 1 x 2 Prudente (o que não é tão imponderável assim). Gol do Diego Souza que insulta a torcida após as vaias durante o primeiro tempo. Mas não adianta, porque levaremos a virada. E vamos pra lanterna!
** Se Dinorah ainda aparecer pra mim depois desta, vou reconsiderar a idéia de ser mártir.
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